“Vinha descendo pela rua
Era alta madrugada
Passei pela encruzilhada
Vi um menino a trabalhar Eu lhe dei boa noite
Ele sorriu pra mim
Disse ‘sou Exu Mirim
Estou aqui para lhe ajudar’”
— Laroyê
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Conta-se as histórias que Farrapo era uma jovem filha de um grande Rei, seu nome era Madalena e seu destino já havia sido traçado, a princesa seria uma Rainha e governaria todo um povo.
Mas Madalena nunca fora menina/mulher de receber ordens de ninguém, sempre fazia o que queria, como e quando queria, contrariava as regras de seu pai. Amava a liberdade e seu sonho era guerrear ao lado dos guerreiros do exército do reino. Por isso, numa noite de luar, Madalena fugiu do reino, levando apenas alguns suprimentos, que não demoraram a acabar.
Seu pai mandou inúmeros homens a sua procura, mas Madalena sempre dava um jeito de se livrar de todos eles. Se envolveu com uma velha feiticeira, que tudo a ensinou. Madalena mendigava moedas de ouro, vendia seus frascos de remédio e trabalhava com suas magias tanto para o bem quanto para o mal.
Madalena era trapo só, não se importava de usar vestidos rasgados e maltrapilhos. Madalena nunca mais vira seu pai, nunca mais voltara a vila onde morava, Madalena agora, era conhecida como Farrapo.
Maria Farrapo gosta de vestimentas mais vermelhas do que pretas, porém, sempre muito discreta. Fuma cigarros doces e bebe champanhe vermelha. Seus médiuns não costumam se prender a lugares, gostam de viajar e conhecer o novo, assim como a própria Maria Farrapo. Ela jamais abandona seus médiuns e permite que eles passem por dificuldades afim de amadurecem e estarem prontos para recebê-la em terra.
“Begin to identify with love on deeper and deeper levels. Pause. Feel like love. Pause. Walk like love. Pause. Bathe like love. Pause. Speak like love. Pause. Smell like love. Pause. Taste like love. Pause. Study love. Pause. Live and breathe love. Pause. Passionately take care of your health and allow your cells, tissues, and fluids to embody love. Pause. Let your commitment and devotion to love be a real felt experience and not a performance thereof. Pause.”
— — India Ame’ye, Author, The Audacity and Presence of the Slow Living Pause